Como calculamos
Medição de 30 de setembro de 2026.
Quando dizemos que os nossos imóveis em São Paulo geram mais de 40% a mais do que no aluguel tradicional, esta é a conta.
1 · De onde vem o aluguel tradicional
Do Índice FipeZAP de Locação Residencial, informe de agosto de 2026, que publica o preço médio de aluguel por metro quadrado em São Paulo. É índice público, de uma fonte independente — não é uma estimativa nossa.
2 · O ajuste que fazemos contra nós mesmos
O índice publica um valor por metro quadrado para a cidade inteira, sem separar por tipo de imóvel. Como apartamentos de um dormitório custam mais por metro quadrado do que a média — e quase toda a nossa carteira é de um dormitório —, usar o valor da cidade faria o aluguel tradicional parecer mais barato do que é, e o nosso ganho parecer maior. Por isso aplicamos o mesmo ajuste que o próprio índice mostra entre os tipos de imóvel, que reduz a diferença a nosso favor.
3 · O que entra do nosso lado
A receita que o imóvel gera por mês, já descontadas as taxas das plataformas e a limpeza. Antes da taxa de administração do seu plano — ou seja, o que você recebe é essa receita menos a nossa taxa.
4 · Sobre quantos imóveis
77 apartamentos em São Paulo, todos com doze meses completos de operação conosco. O número que publicamos é a mediana — o imóvel do meio, não a média, que seria puxada pelos extremos.
E o seu imóvel?
Esse número descreve a nossa carteira, não o seu apartamento. Cada imóvel tem endereço, metragem e estado de conservação próprios, e alguns rendem mais que a mediana e outros menos. É por isso que fazemos um estudo do seu, com os imóveis comparáveis que administramos — em vez de repetir o número médio para todo mundo.